Um cigarro, uma garrafa d’água, um papel e um lápis.
Mil pessoas ao meu redor, um rock de fundo – Barulho.
Silêncio aqui em mim, pensamentos que não param de pensar.
- Sempre em você.
“O amor não tem tempo”.
Meus olhos... Apaixonados, calados, bobos. Meu amor... Livre, intenso, quase secreto.
Sinceramente, é difícil você encarar a verdade. Ela não gosta como gosto e já não me permito sonhar tanto assim – Tê-la só para mim ou chegar ao menos a tê-la algum dia. Seu beijo ficou cravado em meu peito, teu sorriso gravado em minha mente.
Todo o dia penso em fugir enquanto é tempo, mas já é tarde – Já não tenho tanta força assim. Porque quando você vem com toda sua racionalidade, eu venho com meus sentimentos.
Sou uma tola, já perdi o orgulho, já me perdi para poder me encontrar e terminei te encontrando em meu lugar. Encontrei-te em presença tal que já não dispenso, sinto falta, sinto amor, terno amor. Queria poder sumir, sumiria caso tivesse um pouco de sanidade, já teria evaporado, porém, me sinto em teu mundo, em tua vida, já te sinto fazendo parte completamente de mim.
Porque você se tornou a minha alegria, porque sem você me sinto um pouquinho vazia.
Pois quando olho nos teus olhos pequeninos, consigo nos enxergar.
Eu não espero nada de você, mas se for sentir algo algum dia, que seja cedo – Antes que esses sentimentos entrem em parafusos em minha própria utopia e decida sofrer, mesmo que longe de você. O que se passa em mim é bem maior do que se possa imaginar, não é mais um sentimento qualquer, é mais que isso.